O Polo Industrial de Manaus fechou 2025 com um número histórico: R$ 227,67 bilhões em faturamento. Isso representa um crescimento de 11% em relação ao ano anterior, e coloca o PIM como um dos motores econômicos mais relevantes do país. Em dólar, o faturamento chegou a US$ 40,9 bilhões — e representa empregos, tecnologia e desenvolvimento para toda a Amazônia.
Mas o que o Polo Industrial de Manaus produz, afinal? A resposta surpreende muita gente. São mais de 500 indústrias nos segmentos mais variados: smartphones e TVs, motocicletas, ar-condicionado, relógios, produtos químicos, eletrodomésticos e até equipamentos industriais pesados. Só de motocicletas, foram mais de 2,1 milhões de unidades fabricadas em 2025 — alta de 16,5% no ano. Os condicionadores de ar do tipo split passaram de 6,3 milhões de unidades. E os relógios cresceram 25,5%, chegando a 8,6 milhões de peças.
Esses resultados têm uma razão concreta: os incentivos fiscais da Zona Franca tornam o Polo Industrial de Manaus competitivo mesmo com a distância dos grandes centros consumidores. Por isso, gigantes como Samsung, LG, Honda, Yamaha, Philips, Harman (JBL) e Coca-Cola mantêm operações robustas em Manaus há décadas.
Outro ponto que chama atenção é a importação de insumos. Para fabricar tudo isso, o Polo Industrial de Manaus importou US$ 16,14 bilhões em componentes em 2024 — o maior volume dos últimos sete anos. A maior parte vem da China: chips, telas, baterias, peças de motores e subcomponentes eletrônicos. Essa cadeia depende de operações eficientes de comércio exterior, transporte e logística.
A ExpoPIM 4.0, que acontece em março, vai reunir o ecossistema completo do Polo Industrial de Manaus em um único evento. É a oportunidade de ver de perto como esse sistema funciona, quem são os players, onde estão as oportunidades — e o que vem por aí.
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