Descubra como o e-commerce virou porta de entrada rápida para exportar com apoio da Astec.
O e-commerce mudou quem pode exportar
Se antigamente exportar parecia coisa só de multinacional com contêiner cheio saindo do porto, hoje o e-commerce mudou completamente esse jogo. O comércio eletrônico internacional deverá ultrapassar US$ 6 trilhões em movimentação global até 2027, segundo dados da Research and Markets — praticamente a riqueza de um país inteiro circulando através de compras feitas a poucos cliques de distância. Cada vez mais pequenas e médias empresas usam sistemas de vendas on-line como porta de entrada para comercializar fora do Brasil sem depender de estrutura gigante.
Um evento nacional de olho nesse movimento
Foi de olho nessa tendência que a ApexBrasil realiza, entre os dias 28 e 30 de julho, em São Paulo, a oitava edição do E-Xport Meeting, principal evento da Agência voltado à internacionalização por meio de vendas on-line, reunindo empresários, especialistas, marketplaces globais e parceiros estratégicos para apresentar soluções de expansão internacional. O recado é direto: quem quer vender lá fora não precisa mais esperar anos de burocracia para começar, porque o e-commerce encurtou esse caminho.
O crescimento das vendas on-line internacionais estão aceleradas
E o crescimento é real: o e-commerce internacional deverá crescer a uma taxa média anual de 27,4% até 2027, ampliando as oportunidades para empresas brasileiras alcançarem consumidores em novos mercados e aproveitarem a demanda por produtos com identidade nacional, como alimentos, bebidas, cosméticos naturais e moda. É como se o mundo inteiro tivesse virado uma vitrine só, e o e-commerce fosse a chave que abre essa vitrine para qualquer empresa disposta a se organizar.

Preparação é o que faz o e-commerce dar certo
Assim como numa loja física de sucesso, não basta só “abrir as portas” no e-commerce internacional. Os resultados de 2025 mostram isso: a edição anterior do E-Xport Meeting reuniu cerca de 2 mil participantes, promoveu 180 rodadas de negócios e gerou US$ 400 mil em negócios com compradores de sete países. Isso prova que o e-commerce funciona quando existe preparação de verdade por trás: produto adequado, marca bem construída, entendimento do mercado de destino e uma boa estratégia comercial.
O que trava muita empresa na hora de exportar pelo e-commerce
Muitas empresas sabem que vender on-line é o caminho, mas travam na parte prática: exigências de cada país, escolha do marketplace certo, precificação, tributos de exportação e documentação alfandegária das remessas internacionais. É exatamente aí que a experiência técnica faz diferença entre vender uma vez e construir um canal de exportação recorrente pelo e-commerce.
A Astec cuida da parte burocrática do seu e-commerce internacional
É aqui que entra a Astec Brasil. Com quarenta anos de experiência em despacho aduaneiro e foco especial no corredor Brasil-China, a Astec ajuda empresas a estruturar operações internacionais com segurança documental e alfandegária, cuidando da parte burocrática para que você foque no que importa: vender. Se sua empresa já pensa em transformar o e-commerce num canal sério de exportação, converse com a Astec e leve sua operação para fora sem dor de cabeça.
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